
Ao vigésimo terceiro ano de publicação da DiVersos, neste n.º 29 incluem-se vinte poetas, oito dos quais em tradução. Desde o número 16 optámos sempre que possível por incluir os poemas traduzidos precedidos do texto na língua original, no sistema face-a-face: à esquerda, em página par, o original; à direita, em página ímpar, a versão em português. Hoje, pela primeira vez em dois autores traduzidos, há uma terceira língua, intermédia, ou de transmissão, pelo que, para esses casos, optámos por uma apresentação em sequência, e não face-a-face, que se tornaria impraticável. Em Adam Zagajewski, surge primeiro o texto da versão portuguesa, em tradução de Francisco J. C. de Carvalho, em seguida a versão em castelhano, que serviu de correia de transmissão, e, finalmente, o original polaco. Em Stefano Marino, vem, à cabeça, o original em regino – para todos os efeitos uma língua em si, mais do que um dialeto, como vulgarmente se lhe chama, se considerarmos critérios propriamente linguísticos mais do que políticos, como nas línguas oficiais dos Estados. E em seguida, em tradução do próprio autor, a versão em italiano, seguida por fim da versão em português de António Fournier.
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