O Pequeno Mal

O Pequeno Mal é constituído por 51 poemas, escritos entre 2006 e 2011. Aconselha-se a pessoas que gostem de vinho, de imaginar que existem quatro estações, do mar, de árvores, de música, de vinho outra vez e, moderadamente, de outras pessoas. Aconselha-se, portanto, e no geral, a seres humanos. O título do livro é uma consideração sobre a poesia, particularmente do lado de quem a faz, que pode ou não ter directamente a ver com o tipo de poemas que lá se encontram. Da mesma maneira, ao longo do livro, fala-se num soldado duas vezes e não é certo que seja o mesmo em ambas.

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Sol Nascente

São desenhos-escrita que deslizam pela página, textos sem texto dentro e textos de texto-pensar. É isso que Sibila Madzalik de Moraes faz em Sol Nascente, o seu primeiro livro – tenta captar a durabilidade do instante, escreve totalidades em redução, cria imagens-luz. Fragmentário, o discurso foge àquilo que poderia ser considerado narrativa visual, transformando-se em poema-folha, pedaço de mina, onde se solta, contida, a mudez da autora, ou melhor a sua escuta do silêncio, escuta de olhar intacto.
Ana Marques Gastão,
no prefácio

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Safra do Regresso

Suplemento extemporâneo a Flor De Um Dia, é o subtítulo desta Safra do Regresso. Regresso do autor da última (1991-2005) de várias permanências no estrangeiro, e que se quis definitivo. Flor De Um Dia – Poesia Inédita Reunida, publicada neste mesmo editor em maio de 2009, integra toda a poesia escrita e retida pelo autor entre 1960-61 e 2005.  Em Safra do Regresso recolhem-se poemas escritos sobretudo após fechada a compilação de Flor de Um Dia e que retomam algumas das vozes a que se alude no primeiro poema dessa recolha. Dada a continuidade temática  e formal de cada uma das muito diversas vozes assumidas, o leitor interessado pode fazer desta Safra do Regresso, livro pequeno e que se lê depressa, um prólogo à leitura ou releitura de Flor De Um Dia como se fosse ainda o mesmo livro.

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Ecologia da Saúde

Robin Stott propõe aqui soluções aos problemas-chave que afligem o nosso atual sistema de saúde. Se quisermos constituir um verdadeiro serviço de saúde pública e não um «serviço da doença», precisamos de introduzir mudanças significativas nos processos de tomada de decisões. Mostra-se de que maneira uma interação reforçada entre as pessoas pode contribuir para a promoção da saúde, para a justiça social e para a melhoria do ambiente. É delineado um programa para a constituição de organizações locais que tenham por objetivo a busca da saúde, as quais poderiam tornar-se unidades de governação ou gestão local.

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